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sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Cientistas criam 'tatuagem' eletrônica capaz de coletar dados do corpo

Atividades cardíaca, muscular e cerebral são rastreadas pelo dispositivo.
Invenção é tema da revista Science desta semana.

Uma equipe de engenheiros e cientistas desenvolveu um dispositivo eletrônico autoadesivo, parecido com uma tatuagem e capaz de reunir informações sobre o coração, ondas cerebrais e atividade muscular. A novidade é tema da edição desta semana da revista Science.

O Sistema Eletrônico Epidérmico (EES, na sigla em inglês) foi criado por uma equipe de pesquisadores americanos, britânicos, chineses e cingapurianos. Na prática, o aparelho funciona como se estivesse "colado" à pele (veja a foto abaixo), já que não são visíveis costuras após o implante.


O Sistema Eletrônico Epidérmico (EES, na sigla em inglês).

A grossura da "tatuagem" eletrônica é de 50 micrôns, a metade do diâmetro de um fio de cabelo. O aparelho precisa de pouca energia para funcionar e pode armazenar energia em pequenos "painéis" solares.

Ainda que outros aparelhos consigam fazer as mesmas medições que o EES, a vantagem do novo dispositivo está na ausência de cabos externos e na leveza dos componentes.

No futuro, os pesquisadores esperam conseguir incorporar fluidos ao dispositivo, para criar curativos e "peles" com capacidade de regeneração maior, como tratamento para queimaduras e doenças.

Fonte

terça-feira, 28 de junho de 2011

19 dos prédios mais inusitados e curiosos do mundo

Uma biblioteca pública em Kansas City, EUA





Lutheran church in Reykjavík, capital da Islândia





Uma casa de ponta-cabeça, na Polônia





Uma casa distorcida, também na Polônia





Shopping Center Bull Ring, em Birmingham, Inglaterra





Projeto “Eden”, um jardim botânico na Cornuália, Inglaterra





Biblioteca em Nice, França



Complexo residencial do Edificio Mirado,
em Madri, Espanha





Nautilus, uma casa muito pouco usual,
situada nos suburbios da Cidade do México.





Complexo residencial Habitat-67. Montreal, Canadá





A maior casa de madeira do mundo, ficava
em Arkhangelsk, Rússia. Foi demolida em 2009.



Uma casa de Pedra em Portugal





Museu de Arte de Denver, EUA




Museu de Arte em Graz, Áustria.





Palácio Hauterive, na França.





Casas cúbicas em Roterdã, Holanda.





Casa Batlló, desenhada por Antonio Gaudi
em Barcelona, Espanha





Teatro nacional da China, em Pequim.





Esta ponte fantástica fica em Seul, Coréia do Sul.



sexta-feira, 3 de junho de 2011

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Como funciona de verdade a Escala Richter

Muitos já devem ter ouvido nos noticiários ou lido nos jornais que tal terremoto atingiu X graus na Escala Richter. E pela quantidade informada nós já temos uma noção da gravidade do terremoto. Mas como que eles conseguem determinar esse número? É o que você descobre lendo este post.

A Escala de Richter foi desenvolvida em 1935 pelos sismólogos Charles Francis Richter e Beno Gutenberg, ambos membros do California Institute of Technology (Caltech), que estudavam sismos no sul da Califórnia, utilizando um equipamento específico – o sismógrafo Wood-Anderson. Após recolher dados de inúmeras ondas sísmicas liberadas por terremotos, criaram um sistema para calcular as magnitudes dessas ondas. No princípio, esta escala estava destinada a medir unicamente os tremores que se produziram naCalifórnia (oeste dos Estados Unidos), porém devido ao seu fácil cálculo, ela foi adotada como escala oficial para determinar a força de um terremoto.

E para calcular essa quantidade específica de graus, os dois cientistas desenvolveram um simples (pra eles) cálculo, onde é calculado o logaritmo da medida da amplitude das ondas sísmicas a 100 km do epicentro. A fórmula:

ML = logA – logA0
Onde A representa a amplitude máxima medida no sismógrafo e A0representa uma amplitude de referência. Assim, por exemplo, um sismo commagnitude 6 tem uma amplitude 10 vezes maior que um sismo de magnitude 5, do mesmo jeito que um sismo de magnitude 6 liberta cerca de 31 vezesmais energia que o de magnitude 5.

Veja a tabela logo abaixo para saberos danos causados por um terremoto, e qual o seu grau correspondente: